Confira abaixo alguns pontos interessantes de sua biografia:
O Apple II
Jobs queria que o Apple II fosse uma caixa selada. Mas Steve Wozniak ameaçou abandonar o projeto se o computador não aceitasse placas eletrônicas adicionais instaladas pelos usuários. Woz ganhou essa primeira disputa. Mas, com o tempo, os produtos da Apple foram ficando cada vez mais fechados, como queria Jobs. Os novos modelos da série MacBook Pro, por exemplo, não tem mais nem sequer bateria removível.
Drogas
Jobs começou a fumar maconha aos 15 anos. Mais tarde, passou a tomar LSD. “Era uma experiência profunda, uma das mais importantes da minha vida”, disse Jobs. “A droga reforçou minha habilidade de distinguir o que era importante – criar coisas grandiosas em vez de ganhar dinheiro apenas.”
Pixar
Jobs comprou a divisão de computação gráfica da Lucasfilm e transformou-a na Pixar. Mas o que atraiu Jobs foi principalmente a área de desenvolvimento de hardware e software da empresa. A área de animação veio junto e acabou se transformando em seu principal – e depois único – negócio. Financeiramente, a Pixar foi o melhor negócio que Jobs fez em sua vida. Ele pagou 50 milhões de dólares por 80% da empresa. Quando ela abriu seu capital, essa participação passou a valer 1,2 bilhão de dólares.
Bill Gates
O livro fala bastante da relação entre Steve Jobs e Bill Gates. Os dois competiam entre si, mas também eram parceiros de negócios. Enquanto Gates se refere a Jobs com certa elegância, Jobs não se preocupa em disfarçar o desprezo que sentia pelo rival. Vejamos dois exemplos:
Gates, sobre Jobs: “Ele nunca soube muito sobre tecnologia, mas tinha um instinto impressionante para dizer o que funcionaria bem.”
Jobs, sobre Gates: “Bill não tem imaginação e nunca inventou nada. Acho que, por isso, ele se sente mais confortável na filantropia do que na tecnologia. Ele descaradamente roubou ideias de outras pessoas.”
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